terça-feira, 6 de fevereiro de 2007

Grito Rock vai agitar Belém



Grito Rock vai agitar Belém

Festival traz a emergente banda Superguidis na próxima sexta-feira
Sidney Filho

Da Redação

O mês do carnaval em Belém também terá muito rock com a edição do festival Grito Rock, primeiro evento independente feito quase que simultaneamente em todo o País. A versão paraense, promovida pela Dançum se Rasgum e Ná Figueredo, ocorrerá no palco do Armazém Santo Antônio na próxima sexta-feira (dia 9), a partir das 22h, com as bandas Suzana Flag, Johny Rockstar, Delinqüentes, La Pupuña (com participação especial da Madame Saatan) e Superguidis (RS). Além das bandas, o público poderá conferir a performance dos DJs Alex Pinheiro, Gustavo Rodrigues, Marcelo Damaso, Dudu e Aloizio.

A banda Superguidis é da cidade de Guaíba (RS), na região metropolitana de Porto Alegre, e é uma das maiores revelações da nova geração de bandas gaúchas. O nome 'Superguidis' veio de uma antiga e muito popular marca de tênis que, derivando do nome original em inglês, acabou em 'guides' e, depois, 'guidis'.
No mês de março, a Superguidis vai tocar nos festivais Ruído, no Rio de Janeiro; e no Popload/Senhor F., em São Paulo.

As influências da banda incluem Pavement, Guided By Voices e Sonic Youth, especialmente, com um senso extremamente pop, traduzido em originais e radiofônicas canções como 'Discos arranhados', 'Spiral arco-íris' e 'O véio máximo', entre outras e que estão presentes no disco 'Superguidis', lançado pelo selo brasiliense Senhor F Discos.
O disco foi gravado no Estúdio Sonic, em Guaíba, e produzido por Rafael Arce, da banda Stratopumas, e pela própria Superguidis, no início de 2005. Foi distribuído nacionalmente pelos selos Alvo e Tratore, que já vem trabalhando com os lançamentos do selo Senhor F. O disco da banda gaúcha foi o terceiro lançamento do Senhor F Discos, somando-se aos discos de Beto Só, de Brasília; Volver, de Recife; Stereoscope, de Belém; e, ainda, à coletânea 'Clássicos da noite Senhor F'.

Para falar sobre a expectativa de tocar em Belém, pela primeira vez, o vocalista da banda Andrio Maquenzi conversou com o Amazônia Hoje. Além dele, a banda é formada por Lucas Pocamacha (guitarra), Marcos Pecker (bateria) e Diogo Macueidi (baixo).

Qual a expectativa de tocar em Belém pela primeira vez?

Grande pacas! Soubemos que rola uma emergente cena de bandas roqueiras por aí. Até então, o lugar mais longe de casa em que tocamos foi em Cuiabá. Estamos felizes em subir mais um pouco.

O que vocês conhecem do rock independente feito no Pará?

Nossos colegas da Stereoscope e o La Pupuña. Com estes, nós tocamos juntos em Cuiabá, trocamos algumas figurinhas, foi legal!!

Como está a repercussão da banda e do disco em todo o Brasil?

Está muito além do que imaginávamos quando gravamos. Claro que tínhamos a intenção de mostrar a cara nacionalmente, obter visibilidade, por meio do selo (Senhor F). No entanto - e felizmente - a repercussao foi bastante positiva, impossibilitando-me de encontrar palavras que descrevam nosso contentamento com tal! É infinitamente bom saber que a galera e a crítica sacou o que queríamos dizer naquele primeiro rebento.

Quais os planos para este ano?

Lançar o próximo CD. Estamos trabalhando para isso desde agora (a banda está gravando o novo disco no estúdio de Philippe Seabra, vocalista e guitarrista da Plebe Rube). Além de tentar conseguir tocar em outros festivais legais como o Porão do Rock (DF), o Campari Rock (SP), Abril Pro Rock (PE), entre outros bacanas.

Serviço

Grito Rock Belém. Sexta-feira (9), a partir das 22h, no Armazém Santo Antônio. Na travessa Quintino Boicaúva, 1696. Ingressos antecipados a R$ 10, na loja Ná Figueredo. No dia do festival serão cobrados R$ 20 ou R$ 10 com flyer ou carteirinha.

Um comentário:

Anônimo disse...

como assimmm , da redação????